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Gerador e validador de PIS/PASEP
Gere números de PIS, PASEP ou NIT com o dígito verificador correto para popular ambientes de teste, e confira no painel ao lado se um número informado fecha o cálculo.
Números fictícios, para teste de sistemas. Os valores gerados aqui são combinações aleatórias que apenas satisfazem o cálculo do dígito verificador. Não pertencem a nenhuma pessoa ou empresa e não constam em nenhuma base oficial. Usar documento de terceiro para se identificar é crime (artigo 308 do Código Penal).
Tudo acontece no seu navegador. Nenhum dado digitado aqui é enviado à sysINFO ou a terceiros - não há servidor, upload nem registro. Você pode desconectar da internet e a ferramenta continua funcionando.
Gerar
Validar
Para que serve
PIS, PASEP e NIT são nomes diferentes para números de onze dígitos que seguem exatamente o mesmo formato e o mesmo cálculo de verificação. O PIS identifica trabalhadores da iniciativa privada, o PASEP identifica servidores públicos e o NIT é o número de inscrição usado pelo INSS para quem contribui sem vínculo empregatício. Sistemas de folha de pagamento, eSocial, RH e benefícios pedem esse campo o tempo todo.
Testar essas telas exige números que passem na validação. Usar o próprio número, ou o de um colega, significa espalhar um dado trabalhista real por bases de homologação, logs e capturas de tela. O gerador desta página produz combinações que satisfazem o cálculo sem estar inscritas em cadastro nenhum.
O painel de validação serve para o problema inverso, que aparece quase sempre em atendimento: um número foi digitado, o sistema recusou e ninguém sabe se houve erro de digitação ou se o dado veio errado da origem. A conferência local responde essa parte em um clique, sem enviar o número para lugar algum.
Como funciona o cálculo
O número tem onze dígitos: dez de base e um verificador no fim. O cálculo é um módulo 11 com pesos fixos, sempre na mesma ordem.
- Multiplique os dez dígitos da base pelos pesos 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, da esquerda para a direita.
- Some os dez produtos.
- Divida a soma por 11 e guarde o resto.
- O dígito verificador é 11 menos esse resto. Se o resultado for 10 ou 11, o dígito é zero.
Um exemplo passo a passo com a base 1234567890: os produtos são 3, 4, 27, 32, 35, 36, 35, 32, 27 e 0, que somam 231. Como 231 é múltiplo exato de 11, o resto é zero e 11 menos zero dá 11, que cai na regra do zero. O número completo fica 123.45678.90-0, que é o exemplo mostrado no campo ao lado.
A sequência de pesos não é decrescente como no CPF: ela começa em 3, cai para 2 e então salta para 9 antes de voltar a descer. Trocar essa ordem é o erro mais comum em implementações caseiras e produz um validador que recusa números legítimos.
Como usar
- No painel Gerar, informe a quantidade desejada, de 1 a 200 números.
- Mantenha Formatar com pontuação marcado para o formato 000.00000.00-0, ou desmarque para receber os onze dígitos corridos, que é o formato aceito na maior parte das integrações.
- Clique em Gerar e use Copiar para levar a lista inteira.
- No painel Validar, cole o número com ou sem pontos e traço e clique em Validar ou pressione Enter.
- Em caso de recusa, a mensagem de status diz se o problema foi a quantidade de dígitos, a sequência repetida ou o verificador que não fecha.
Notas técnicas
Com um único dígito de controle, a proteção contra erro de digitação é menor do que a de documentos com dois verificadores. Qualquer algarismo trocado é detectado, e a maioria das inversões de dígitos vizinhos também, mas certas combinações de dois erros simultâneos podem passar. Isso é uma característica do desenho do número, não uma limitação da ferramenta.
A validação também rejeita sequências com os onze dígitos iguais, mesmo quando o cálculo fecha, seguindo a mesma convenção adotada para CPF e CNPJ. Por fim, vale o lembrete de sempre: coerência matemática não é existência. Um número pode passar aqui e não corresponder a nenhuma inscrição real, e apenas os canais oficiais da Caixa, do Banco do Brasil e do INSS podem responder sobre um número específico.
Perguntas frequentes
Qual é a diferença entre PIS, PASEP e NIT?
São nomes diferentes para números com o mesmo formato de onze dígitos e o mesmo dígito verificador. O PIS é atribuído a trabalhadores da iniciativa privada, o PASEP a servidores públicos e o NIT é o número de inscrição usado pelo INSS. Para efeito de cálculo, os três seguem a mesma regra.
O número gerado aqui pertence a algum trabalhador?
Não. Os dez dígitos da base são sorteados e o verificador é calculado em cima deles. O resultado passa em qualquer rotina de validação, mas não está inscrito em nenhum cadastro e não corresponde a nenhuma pessoa. Serve para preencher formulário em ambiente de teste.
Por que o PIS tem só um dígito verificador, e não dois?
Porque o desenho do número previu um único dígito de controle sobre dez posições de base. Um verificador só detecta erros de digitação com folga menor do que dois: ele pega qualquer troca de um algarismo, mas certas trocas duplas podem passar despercebidas.
O validador consulta saldo de FGTS, abono salarial ou tempo de contribuição?
Não. A página é estática e não faz nenhuma requisição de rede. Ela apenas confere se o último dígito bate com os dez anteriores. Extrato, abono e histórico de contribuição só podem ser consultados nos canais oficiais da Caixa, do Banco do Brasil e do INSS.
Os primeiros dígitos revelam alguma informação sobre o titular?
Não de forma útil. A numeração é sequencial dentro do cadastro que a emitiu e não codifica nome, data de nascimento nem localidade. A ferramenta sorteia livremente os dez dígitos da base, sem tentar imitar qualquer faixa de numeração específica.
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