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Sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Tecnologia no mundo, explicada em português.

Ferramentas

Gerador e validador de PIS/PASEP

Gere números de PIS, PASEP ou NIT com o dígito verificador correto para popular ambientes de teste, e confira no painel ao lado se um número informado fecha o cálculo.

Tudo acontece no seu navegador. Nenhum dado digitado aqui é enviado à sysINFO ou a terceiros - não há servidor, upload nem registro. Você pode desconectar da internet e a ferramenta continua funcionando.

Gerar

Validar

Pode colar com ou sem pontuação.

Para que serve

PIS, PASEP e NIT são nomes diferentes para números de onze dígitos que seguem exatamente o mesmo formato e o mesmo cálculo de verificação. O PIS identifica trabalhadores da iniciativa privada, o PASEP identifica servidores públicos e o NIT é o número de inscrição usado pelo INSS para quem contribui sem vínculo empregatício. Sistemas de folha de pagamento, eSocial, RH e benefícios pedem esse campo o tempo todo.

Testar essas telas exige números que passem na validação. Usar o próprio número, ou o de um colega, significa espalhar um dado trabalhista real por bases de homologação, logs e capturas de tela. O gerador desta página produz combinações que satisfazem o cálculo sem estar inscritas em cadastro nenhum.

O painel de validação serve para o problema inverso, que aparece quase sempre em atendimento: um número foi digitado, o sistema recusou e ninguém sabe se houve erro de digitação ou se o dado veio errado da origem. A conferência local responde essa parte em um clique, sem enviar o número para lugar algum.

Como funciona o cálculo

O número tem onze dígitos: dez de base e um verificador no fim. O cálculo é um módulo 11 com pesos fixos, sempre na mesma ordem.

  1. Multiplique os dez dígitos da base pelos pesos 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, da esquerda para a direita.
  2. Some os dez produtos.
  3. Divida a soma por 11 e guarde o resto.
  4. O dígito verificador é 11 menos esse resto. Se o resultado for 10 ou 11, o dígito é zero.

Um exemplo passo a passo com a base 1234567890: os produtos são 3, 4, 27, 32, 35, 36, 35, 32, 27 e 0, que somam 231. Como 231 é múltiplo exato de 11, o resto é zero e 11 menos zero dá 11, que cai na regra do zero. O número completo fica 123.45678.90-0, que é o exemplo mostrado no campo ao lado.

A sequência de pesos não é decrescente como no CPF: ela começa em 3, cai para 2 e então salta para 9 antes de voltar a descer. Trocar essa ordem é o erro mais comum em implementações caseiras e produz um validador que recusa números legítimos.

Como usar

  1. No painel Gerar, informe a quantidade desejada, de 1 a 200 números.
  2. Mantenha Formatar com pontuação marcado para o formato 000.00000.00-0, ou desmarque para receber os onze dígitos corridos, que é o formato aceito na maior parte das integrações.
  3. Clique em Gerar e use Copiar para levar a lista inteira.
  4. No painel Validar, cole o número com ou sem pontos e traço e clique em Validar ou pressione Enter.
  5. Em caso de recusa, a mensagem de status diz se o problema foi a quantidade de dígitos, a sequência repetida ou o verificador que não fecha.

Notas técnicas

Com um único dígito de controle, a proteção contra erro de digitação é menor do que a de documentos com dois verificadores. Qualquer algarismo trocado é detectado, e a maioria das inversões de dígitos vizinhos também, mas certas combinações de dois erros simultâneos podem passar. Isso é uma característica do desenho do número, não uma limitação da ferramenta.

A validação também rejeita sequências com os onze dígitos iguais, mesmo quando o cálculo fecha, seguindo a mesma convenção adotada para CPF e CNPJ. Por fim, vale o lembrete de sempre: coerência matemática não é existência. Um número pode passar aqui e não corresponder a nenhuma inscrição real, e apenas os canais oficiais da Caixa, do Banco do Brasil e do INSS podem responder sobre um número específico.

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre PIS, PASEP e NIT?

São nomes diferentes para números com o mesmo formato de onze dígitos e o mesmo dígito verificador. O PIS é atribuído a trabalhadores da iniciativa privada, o PASEP a servidores públicos e o NIT é o número de inscrição usado pelo INSS. Para efeito de cálculo, os três seguem a mesma regra.

O número gerado aqui pertence a algum trabalhador?

Não. Os dez dígitos da base são sorteados e o verificador é calculado em cima deles. O resultado passa em qualquer rotina de validação, mas não está inscrito em nenhum cadastro e não corresponde a nenhuma pessoa. Serve para preencher formulário em ambiente de teste.

Por que o PIS tem só um dígito verificador, e não dois?

Porque o desenho do número previu um único dígito de controle sobre dez posições de base. Um verificador só detecta erros de digitação com folga menor do que dois: ele pega qualquer troca de um algarismo, mas certas trocas duplas podem passar despercebidas.

O validador consulta saldo de FGTS, abono salarial ou tempo de contribuição?

Não. A página é estática e não faz nenhuma requisição de rede. Ela apenas confere se o último dígito bate com os dez anteriores. Extrato, abono e histórico de contribuição só podem ser consultados nos canais oficiais da Caixa, do Banco do Brasil e do INSS.

Os primeiros dígitos revelam alguma informação sobre o titular?

Não de forma útil. A numeração é sequencial dentro do cadastro que a emitiu e não codifica nome, data de nascimento nem localidade. A ferramenta sorteia livremente os dez dígitos da base, sem tentar imitar qualquer faixa de numeração específica.

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